Ninguém é de ferro e, da mesma forma que muitos gostam de coisas toscas e non-senses como BBB, Lady Gaga e Twilight’s da vida, eu me rendi a esta consagrada série tipo B que mistura a sagrada fórmula vampiresca acrescida de telepatas, metamorfos, lobisomens e até uma bacante (mulheres seguidoras e adoradora
s do culto de Dioniso, na mitologia grega).
Delírios, sexo e derramamentos de sangue à parte, o elenco é encabeçado pela deliciosa Anna Paquin, a Vampira de X-Men ( e que, pasmem: já ganhou um Oscar por sua participação em O Piano) que encorpora a personagem Sookie Stackhouse: uma inocente caipirinha da Lousiana que se apaixona pelo vampiro centenário Bill Compton (Stephen Moyer).
Apesar de produzido pela HBO, o seriado é muito fraco tanto em efeitos especiais quanto no próprio desempenho da maioria dos atores, com cenas beirando o pastelão. A compensação é o elenco de beldades femininas que manda ver no rala-e-rola com qualquer vampiro que aparecer sedento de… sangue.
Mas… fazer o quê: eu gosto! Afinal de contas, ninguém é perfeito.
Nota 69
ow, eu sou mó viciada em True Blood. hahaha
e nem acho a série tão mal produzida assim – afinal é da HBO – já que a intenção é ser meio trash mesmo, com montes de cenas de sangue e sexo.
pra falar a verdade, é inspirada na série literária “southen vampires” da Charlaine Harris e é muito MUITO boa. a Sookie dos livros é menos ingênua, é uma das minhas heroínas favoritas pra sempre. recomendo pra vc sim. ;D
saudades dos seus posts, ruuuufus! <3
Que orgulho receber esse comentário no dia do seu aniversário: parabéns Jes/Morg/Rasp, seja muito feliz!
Trash – esse é o termo que me fugiu quando escrevi este texto. E é exatamente esta categoria que a série representa com toda propriedade e que nos faz ficar cada vez mais ligados na telinha.